Mentoria Literária e desenvolvimento de escrita criativa com Claudia Chalita

Mentoria Literária

Escrever suas próprias histórias consiste em um percurso individual; demanda tempo, reescritas, solidão e silêncio. É um processo contínuo e diário; requer sair da área de conforto e confrontar os próprios limites. Inexistem regras fixas na expressão artística. Somos leitores antes de sermos escritores.

Como mentora literária, auxilio escritores a encontrarem sua voz autoral. Acompanho originais em desenvolvimento. Você não precisa possuir um livro em andamento ou projeto; basta o desejo de escrever. Utilizo exercícios, disparadores criativos e um repertório multidisciplinar para que você possa desenvolver sua escrita.

Leitura Crítica de Originais

Em certos momentos do processo de escrita, pode ocorrer de o escritor não possuir o distanciamento necessário como leitor de sua própria obra. A leitura especializada permite ao leitor crítico de originais verificar as potencialidades, a maturidade do texto, os problemas de ordem estrutural e a técnica mais adequada.

A leitura crítica não é uma revisão de texto. Nela, não será feita nenhuma alteração na obra.

O serviço de leitura de originais envolve o sigilo necessário para respeitar e preservar o direito de autor.

Análise e leitura crítica de livros e originais literários

Formação Acadêmica e Profissional

Doutorado em Literatura.
Mestrado em Letras.
Pós-Graduação em Tecnologias Digitais na Educação.
Bacharelado em Jornalismo.

Currículo Lattes

Aperfeiçoamento em Processos Criativos: Oficinas livres com Adriana Maciel, Assis Brasil, Manuela Cantuária, Milton Hatoum, Ruy Castro, Sérgio Sant’Anna, Sidney Rocha.

Atualização Profissional: ABRAJI, Knight Center e Chicas Poderosas.

Visão Interdisciplinar: Estudos complementares em Sociologia Política como aluna Especial/Disciplinas Isoladas.

Claudia Chalita Az - Doutora em Literatura e mentora de escrita criativa

Quem sou eu?

"Meu quintal é maior do que o mundo."

— Manoel de Barros

Me chamo Cláudia por causa de uma revista feminina que meu pai vislumbrou em uma banca de jornal, após sair da maternidade a caminho do cartório. Desde a infância, quando perguntavam: “O que você vai ser quando crescer?”, eu respondia: “Vou saber escrever”. “Ela troca as letras”, diziam meus colegas, achando graça do meu desejo. Eu gostava de escutar histórias, de saber quem era o outro. “Essa menina é estranha. Faz cada pergunta”, sussurravam alguns parentes.

Integro uma colcha de retalhos iniciada em Bekaa Kafra. Uma biblioteca cujas bordas das páginas de certos livros não vieram separadas — e, por isso, foram abertas com espátulas — e cujo acervo foi parcialmente vendido ou perdido. Sou um arquivo constituído por fotos, cartas, manuscritos e histórias transmitidas oralmente. E de tantas outras de que simplesmente não se fala, mas que, silenciosas, metamorfosearam-se em fantasmas.

Cursei jornalismo no século passado. Esta opção demandava fazer um curso de datilografia. Equivaleria hoje a frequentar um curso de digitação para posteriormente utilizar o computador, tablet e smartphone. Muitos de vocês não devem saber o que é uma máquina de escrever. Olha eu "catando milho" na fotografia!

Fiz mestrado em Letras e doutorado em Literatura para aperfeiçoar a escrita e continuar navegando pelas páginas dos livros. "Navegar é preciso. Viver não é preciso". Acredito que a escrita possibilita a compreensão de si e do outro.

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